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Creme de Peixe e Marisco











O inverno chegou mesmo. Depois de umas fortes chuvadas chegam dias frios (muito frios!!!) mas solarengos e luminosos. Adoro. São inspiradores, transmitem-me tranquilidade mas ao mesmo tempo energia. Anoitece cedo, e chegar a casa ao fim do dia, faz apetecer cozinhar comida de conforto e quentinha. Para isso, nada melhor que uma sopinha. Esta é uma versão de sopa de legumes, mas enriquecida com peixe e marisco. É maravilhosa e faz quase a refeição. 
Para a confeccionar usei o robot de cozinha (Bimby), que permite cozinhar tudo ao mesmo tempo, cozendo o peixe e os mariscos ao vapor, mas libertando os sabores para a sopa. Na receita deixo-vos também a versão tradicional, que apesar de um pouco mais trabalhosa e demorada, fica igualmente boa. 
E a partir de agora vou dar por aberta a época natalícia e começar a organizar a minha lista de receitas. Comidita da boa, e é meio caminho andado para um Natal aconchegante e feliz!

| Creme de Peixe e Marisco | 
Ingredientes (Serve 6):
| 1 posta de peixe (maruca, pescada)
| 1 embalagem Mistura de mariscos (camarão, ameijoas, mexilhão, delicias do mar)
| 6 camarões (20/30)
| 2 courgettes
| 1 chuchu
| 2 ou 3 cenouras e/ ou abóbora
| 1 cebola grande
| 1 tomate 
| 1 dente de alho
| 1 ramo de coentros
| Azeite q.b.
| Sal grosso

Método by bimby:
1. Descongele os peixes e os mariscos, coloque na varoma e tempere de sal. Reserve
2. No copo coloque os legumes arranjados e cortados em pedaços, e um raminho de coentros. Junte 600 ml de água.
3. Coloque a tampa e por cima a varoma. Programe 25 min / temp.Varoma / vel. 2
4. Terminado o tempo, retire a varoma e reserve.
5. Junte o azeite (cerca de  3 c.s.), coloque o copo-medida, e triture a sopa. 1 min vel 3-5-7 progressivamente.
6. Retifique os temperos, juntando mais um pouco de sal se for necessário (só tinha o sal que foi absorvendo do peixe) e/ou um pouco de água, para a consistência desejada.
7. Arranje o peixe em lascas (limpo de espinhas e peles), descasque o camarão e os restantes mariscos. Junte tudo à sopa, ou reserve numa taça à parte.
8. Sirva a sopa com o peixe e mariscos e polvilhada com coentros picadinhos.

Método Tradicional:
1. Descongele os peixes e os mariscos, tempere de sal, e coza numa panela com água fervente, cerca de 5 a 10 minutos.
2. Retire os peixes e mariscos. Coe a água.
2. Na mesma panela, deite os legumes arranjados e cortados em pedaços, e um raminho de coentros. 3. Junte 600 ml de água, aproveitando a água de cozedura dos peixes e mariscos. Cozinhe, cerca de 25 minutos, até que os legumes estejam cozinhados.
4. Junte o azeite (cerca de 3 c.s.), e passe a sopa com a varinha-mágica.
6. Retifique os temperos, juntando mais um pouco de sal se for necessário (só tinha o sal que foi absorvendo do peixe) e/ou um pouco de água, para a consistência desejada.
7. Arranje o peixe em lascas (limpo de espinhas e peles), descasque o camarão e os restantes mariscos. Junte tudo à sopa, ou reserve numa taça à parte.
8. Sirva a sopa com o peixe e mariscos e polvilhada com coentros picadinhos.

Bom apetite e bons "Postiscos"! 


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Obrigada!





Salmão Grelhado & Arroz Fingido










A par da massa, o arroz é outro dos ingredientes mais comuns dos acompanhamentos no prato principal da refeição. Em qualquer restaurante (pouco criativo), arroz e batata frita fazem parceira com a carne ou peixe na grande maioria dos pratos. A salada e os legumes, aparecem (ainda) em minoria, e muitas vezes mais para enfeitar do que para fazer efectivamente parte do prato. Em minha casa, a salada foi, e é desde sempre essencial. Na mesa há sempre uma bela taça dela, bem temperadinha.
O arroz e a massa, são de facto o recurso mais rápido, para o qual não há grande ciência e vão bem com tudo... mas e se conseguirmos substitui-los por algo parecido, mas mais saudável?? Era bom, não era? Era não. É mesmo! 
Comecemos com aquela velha máxima: "Os olhos também comem" ou "Os olhos comem primeiro" é um facto consumado. Efectivamente se não gostarmos do aspecto do que temos no prato, também não nos apetece sequer provar... isso não falha nada. Tal como a grande moda da "esparguete fingida", que já publiquei AQUI e AQUI, este é mais um dos casos. Arroz fingido. Sim Arroz fingido, que de arroz não leva nada. O sabor também não é igual ,temos que admitir, mas o aspecto e a textura são de facto muito parecidos, e as vantagens são várias e a favor. Mais rápido de preparar, mais saudável e muito menos calórico. Vale a pena experimentar, e aderir a esta moda dos legumes que fingem ser arroz ou massa, não vale?
A base é simples, couve flor. Couve flor picada e salteada num pouco de azeite e alho. Podemos ter a variante de juntarmos outros legumes, tal como fazemos com o arroz "de verdade", por exemplo coentros, cenoura, ervilhas... é só ir ao sabor da imaginação...
Basicamente, são 5 minutinhos, e temos o "arroz" no prato. Mais rápido é impossível, certo?


| Salmão Grelhado & Arroz Fingido |

Ingredientes (Serve 2)

| 2 Postas de Salmão (Usei 2 Filetes da parte do rabo, tem menos gordura)
| 1 Couve-flor pequena, ou metade (só a parte branca)
| 2 dentes de alho
| Alho em pó q.b.
| Azeite, q.b
| 1 Limão
| Sal, q.b.
|Óregãos q.b.
| Mini-tomates
| Mini-pepinos
| Cebola doce
| Vinagre

Método:
1. Temperar o salmão com sal, alho em pó, sumo de limão e óregãos. Reservar 5 ou 10 minutos.
2. Separar o raminhos da couve-flor, lavar e secar bem. Picar com a faca, ralar com um ralador largo, ou picar na bimby, com uns toques no turbo. Deve ficar picada, mas não muito (do tamanho do arroz cozido)
3. Grelhar o salmão, num grelhador ou placa anti-aderente de fogão (neste caso pincelar com um pouco de azeite).
4. Aquecer um frigideira larga (usei um wok) deitar os dentes de alho picadinhos e um fiozinho de azeite, e mexer uns segundos.
5. Juntar a couve-flor, temperar com um pouco de sal e saltear, envolvendo sempre, durante ums minutos. Cozinha muito rápido, e deve ficar cozida, mas não mole.
6. Cortar os tomatinhos, fatiar os pepinos e a cebola. Colocar numa taça, temperar com sal grosso, óregãos, azeite e vinagre.
7. Servir o salmão acompanhado do "arroz" e da saladinha.

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Obrigada!





Espiral de Courgette & Hamburguer de Frango

Acabaram as férias, e com elas chega a altura de começar a entrar nas rotinas e pôr de parte os excessos. Além dos pequenos almoços, que já vos falei em posts anteriores, as refeições principais precisam também de um refresh. Ás vezes basta apenas simplificar. Carne ou peixe e legumes não tem necessariamente que ser o básico, cozido ou grelhado, pode ser simples, mas ao mesmo tempo variado e de aspecto e sabores bem apelativos.
Cá em casa, não é hábito entrarem hamburgueres pré-feitos. Gosto de escolher a carne, juntar os ingredientes e moldá-los ao meu gosto. No talho de cá também é possível adquiri-los escolhendo a carne, que é picada e moldada na hora, mas na verdade gosto mais dos "meus", que não ficam tão secos, mas isso já explico na receita.
Estes que hoje vos trago, foram integralmente feitos em casa, pois até a carne foi picada por mim. Suculentos e tão bons.
Quanto ao "esparguete", aderi à nova moda do espiralizador, que nos permite transformar os legumes em fios. Na verdade não se trata de esparguete, mas como os olhos são os primeiros a comer, o aspecto idêntico, dá logo uns pontinhos de avanço no apetite com que iniciamos a refeição. Desta vez, saiu o já badalado espiral de courgette. Fica ligeiramente crocante mas macio. É top, e é um acompanhamento que vai bem com quase tudo.
Esta receitinha vai direto para o separador das "Ligeiras|Saudáveis". É rápida, prática, perfeita para uma marmita de trabalho. E os hamburgueres sendo feitos em maior quantidade é só congelar e para a próxima, saltam direto para o fogão.

Espero que gostem.

| Espiral de Courgette & Hambúrguer de Frango |

Ingredientes (Serve 4) 
Hamburgueres
| 2 ou 3 peitos de frango
| Meia bolinha de mistura (ou uma fatia de pão, sem côdea)
| 1 copo de leite (pode ser vegetal, ou sem lactose)
| Sal q.b.
| Alho em pó q.b.
| Mistura de alho com ervas aromáticas q.b. [ou ervas a gosto, bem picadinhas]
| Azeite q.b.
| 3 dentes de alho
| 1 c.chá mostarda
| 150 ml Cerveja (ou a gosto) (pode ser vinho branco)
| 100 ml Leite 

Espiral 
| 2 courgettes
| Mistura de alho com ervas aromáticas q.b.
| Alho em pó q.b.
| 2 c.s. Azeite 
| Flor de Sal q.b.

Método:

Hamburgueres
Com bimby
1.Colocar os peitos de frango em pedaços no copo, e picar uns segundos, vel 4 ou 5. Retirar e reservar numa taça.
2. Deitar o leite no copo e programar, 1 min, vel 1 ou 2, temp. 50ºc.
3. Juntar o pão, e fazer uma papa. 30 seg. vel 3. (Deve ficar uma papa com consistência de açorda. Poderá ter que juntar mais pão, ou mais leite.)
4. Voltar a juntar a carne, o alho em pó, as ervas aromáticas e o sal. Misturar cerca 30 seg. colher inversa, até ficar uma mistura uniforme.
5. Moldar os hamburgueres, com as mãos (ou máquina própria).

Tradicional
1. Picar a carne de frango à mão, usando duas facas iguais, paralelas, ou num robot de cozinha. Em alternativa, comprar, no talho os peitos de frango já picados, mas sem temperos ou outros ingredientes (As embalagem de carne picada que se encontram à venda, normalmente já trazem temperos)
2. Amornar o leite, e juntar o pão. Desfazer bem com uma colher, ou mesmo à mão, ficando uma papa grossa.
3. Juntar à carne o pão, e os temperos (o alho em pó, as ervas aromáticas e o sal). Misturar tudo muito bem, até ficar uma massa uniforme.
4. Moldar os hamburgueres, com as mãos (ou máquina própria).

Para cozinhar
1. Num frigideira, deitar o azeite e os dentes de alho esmagados em em fatias e a mostarda. Deixar aquecer.
2. Colocar os hamburgueres, e deixar cozinhar, 1 ou 2 minutos.
3. Virar a carne e juntar a cerveja. Deixar cozinhar mais uns minutos, até estarem passados. Se necessário junta-se mais um pouco de cerveja, mas depois tem que se deixar ferver para evaporar o alcool.
4. Juntar o leite e deixar ferver. até o molho engrossar um pouco.
Reservar, ou servir.

Espiral 
| 2 courgettes
| Mistura de alho com ervas aromáticas q.b.
| Alho em pó q.b.
| 2 c.s. Azeite 
| Flor de Sal q.b.

1. Lavar e cortar os topos às courgettes, passá-las num espiralizador. Reservar num passador, para ficar o mais seco possível.
2. Aquecer muito bem um wok, ou uma frigideira anti-aderente bem larga. Juntar o azeite.
3. Deitar a courgette, e os temperos a gosto (flor de sal, alho em pó e as ervas aromáticas secas)
4. Envolver bem, com a ajuda de uma pinça, de forma a tentar não partir os fios da courgette, salteando por 1 a 2 minutos no máximo, em temperatura bem alta. Se cozinhar demais, fica mole e começa a perder água. É mesmo muito rápido.

Servir!

Bom apetite e bons "Postiscos"! 

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Notas:
1. O facto de juntar o pão com o leite à carne, ajuda a unir a carne, tornando no final o hamburguer muito mais suculento. Ainda mais estes, que são feitos só com carne de magra e à partida mais seca.
3. O uso de leite no final, dá um toque aveludado ao molho, ficando mais saudável mas muito idêntico às natas.
2. A courgette, deve cozinhar mesmo muito pouco tempo, é praticamente só "aquecida". Mais um minuto e transforma-se numa "papa" mole e cheia de água.




Crepes {Aveia e Polvilho}

Continuando a saga dos pequenos almoços, iniciada neste POST, hoje vamos aos crepes. E quem diz pequeno almoço, diz lanche, sobremesa e até almoço/jantar e por aí em diante... Versáteis, muito versáteis. Asseguro, definitivamente que estes crepes não ficam absolutamente nada a dever aos "normais"... A diferença? Está na farinha usada, de não terem gordura, e muito, mas muito pouco açúcar (na versão doce). Não têm lactose, nem glúten, mais fibra, e isso já os torna mais saudáveis. Quanto às calorias, embora em menor quantidade, estão lá na mesma,  mas isto também não pode ser todos os dias, e seguramente é melhor que o Sr. Pão.
Têm a vantagem de podermos fazer muitos e congelar, depois é só ir tirando à medida (É perigoso, eu sei!! :) )

| Crepes de Aveia e Polvilho |
Ingredientes (Faz 8 a 10 crepes)
| 2 Ovos
| 2 c.s. rasas de polvilho doce (fécula de mandioca)
| 4 c.s. farinha de aveia
| +- 100 ml Leite de amêndoa (ou outro leite vegetal)
| 1 pitada de sal
| 2 c.chá açúcar mascavado ou mel (para crepes doces, se forem salgados, não juntar)

Método tradicional
1. Bater os ovos com uma vara de arames com o sal e o açúcar ou mel.
2. Juntar as farinhas e bater bem.
3. Ir juntando o leite e mexendo, até ficar um creme fininho, mas homogéneo. A quantidade de leite pode ser ajustada. O objectivo é ficar uma massa quase liquida, para fazer crepes bem fininhos.
4. Aquecer bem uma frigideira anti-aderente, e pincelar com manteiga. (Eu costumo colocar a manteiga e quando derrete, limpo o excesso com um pedaço de papel de cozinha. Depois, vou passando esse papel pela frigideira, antes de cada crepe)
5. Com uma concha, deitar um pouco de massa, agitar a frigideira, para que fique bem fininho. Assim que começar a ganhar uns buraquinhos (cerca de 1 min), com a ajuda de uma espátula, virar, deixar mais um minuto, e retirar.
6. Repetir até acabar a massa. (Renderam 10, mas a frigideira era pequena)

Com liquidíficador ou robot de cozinha (Bimby)
Juntar todos os ingredientes, excepto o leite, e bater bem (Bimby: 1 min, vel 5)
Ir juntando o leite pelo bucal (Vel 3/4) até que tenha a textura desejada.

Servir, acompanhado com o que a imaginação, e a balança permitir :)
Neste caso, reguei com um fiozinho de mel e canela, e acompanhei com abacate, nozes e morangos.
Ficam também óptimos, na versão salgada, recheados com o que houver, e acompanhados de uma bela salada.

 Bom apetite e bons "Postiscos"! 


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Obrigada!

Waffles {Aveia & Alfarroba}

Conforme prometido, cá estou com a segunda receita da minha mais recente "aquisição": "Pequenos Almoços Diferentes e Saudáveis", que já vos falei neste POST.
Waffles sem glúten, sem lactose e sem açúcar. Não são isentos de hidratos de carbono (isso também já era pedir o impossível) mas são seguramente muitíssimo mais saudáveis e menos calóricos.
Nunca gostei de aveia, ou achava que não gostava. As famosas papas de aveia que já tentei tantas vezes e tantas versões, não vão nem de "molho de tomate". Não consigo. Mas a farinha de aveia, tem-me surpreendido, pois em determinadas receitas substitui perfeitamente a de trigo, sem se notar praticamente diferença. 
Mas e então, quais as diferenças entre estes waffles e os tradicionais?
As farinhas - Aveia e Mandioca Vs Trigo
Em termos de hidratos de carbono, a aveia é quase tão calórica quanto o trigo. A grande diferença está nas fibras que é 5x superior, e no glúten que se pode considerar (quase) isenta. Na verdade, para quem seja realmente intolerante, a aveia que se encontra no supermercado, uma vez que muitas vezes é tratada junto do trigo e outros cereais pode conter glúten, portanto se não disser na embalagem, claramente "isento de glúten" não se pode considerar assim.
O amido de mandica (O polvilho doce), é um espessante, que auxilia as farinhas sem glúten a atingirem uma textura semelhante à de trigo. 
A Alfarroba vs Cacau
A alfarroba em farinha, é um óptimo substituto do cacau. E o que é que ganhamos com a substituição?
A alfarroba tem 7% de gordura e o cacau 23%.
Para 1 colher de sopa, cerca de 10g:
Calorias:  90 do cacau X 40 da alfarroba
Hidratos de carbono: 2,8 g do cacau X 8,9 g da alfarroba
Proteínas: 3 g do cacau X 0 g da alfarroba
Gorduras: 1 g do cacau  X 0 g da alfarroba
Fibras: 0 g do chocolate X 1 g da alfarroba
A banana
A banana tem como função, reduzir a quantidade de farinha, trazendo mais fibra e magnésio, e dá um toque doce natural, evitando juntar açúcar.
O Leite de Amêndoa
Na verdade não se poderá considerar leite. É uma bebida vegetal, mas que substitui muito bem o leite, com a vantagem de não conter lactose.

Posto isto, vamos à receita?


| Waffles de Aveia & Alfarroba |
Ingredientes (Para 6 Waffles)
| 2 Ovos
| 1 Banana madura
| 3 c.s. rasas de Farinha de aveia
| 2 c.s. rasas de Polvilho doce
| 3 ou 4 c.s. leite de amêndoa (ou outro leite vegetal)
| 2 c.s. Manteiga derretida
| 1 c.chá rasa de fermento em pó químico
| 1 c.s. Farinha de Alfarroba (opcional, apenas se quiser "fingir" o chocolate)


Método tradicional
1. Desfazer muito bem a banana. Juntar os ovos e bater com uma vara de arames.
2. Ir juntando os restantes ingredientes, deixando para o o final o fermento. A massa deve ficar macia mas grossa. Poderá ser necessário juntar mais um pouco de leite)
3. Ligar a maquina de waffles, e assim que estiver bem quente, deitar um pouco de massa ao centro. fechar a máquina, e aguardar 1 ou 2 minutos. Verificar se está cozido, e tirar. (O tempo de cozedura, dependerá da máquina)
4. Repetir até terminar a massa.

Com liquidíficador ou robot de cozinha (Bimby)
1. Bater a banana com os ovos, até estar um creme uniforme (Bimby - 20 seg, vel 5)
2. Juntar os restantes ingredientes, deixando o fermento para o final, e bater até estar um massa lisa, macia, mas grossa (poderá ser necessário juntar mais um pouco de leite) (Bimby - 30seg, vel 4/5) 
3. Ligar a maquina de waffles, e assim que estiver bem quente, deitar um pouco de massa ao centro. fechar a máquina, e aguardar 1 ou 2 minutos. Verificar se está cozido, e tirar.  (O tempo de cozedura, dependerá da máquina)
4. Repetir até terminar a massa.

Neste caso, fiz uns waffles simples, sem a alfarroba, e a meio juntei a farinha de alfarroba, para fazer os restantes.

Para servir, juntei um fiozinho de mel, meia nectarina, miolo de noz, canela, e uma fatia pequena de presunto magra e outra de queijo flamengo magro.
Acompanhei com uma chávena de leite de amêndoa com café expresso, sem açúcar.

Nota:
As informações e dados referidos, foram resultados de pesquisa na Internet. Não tenho qualquer tipo de formação em nutrição.

Pequenos Almoços {As novas opções do meu inicio de dia}


Desde há um tempo para cá que tenho andando a pensar seriamente em alterar de alguma forma a minha alimentação. A lactose é daquelas coisas que sei de antemão, que o meu organismo não tolera. Talvez por isso nunca tenha gostado de leite ... nem de iogurtes. Sempre que os ingiro fico uma sensação de enfartamento, azia, etc... Hoje chego à conclusão, que vivi toda a vida assim. Habituei-me e aprendi a viver com azia. Há uns anos, e porque a minha filha também é intolerante à lactose, começámos a consumir leite sem lactose. Melhorou substancialmente. Ainda assim, a mistura com o café matinal, continuava a trazer o enfartamento (O café é-me imprescindível. Se não o tomar até às 10/11h da manhã a enxaqueca é certa) Decidi então mudar o leite. Não bastava não ter lactose, tinha que experimentar o "leites" vegetais. Comecei pelo de soja. Não consegui. Passei para os de arroz... de aveia... de coco... não aprovaram. Até que por último fui ao de amêndoa. Adorei. Misturado com o café bem carregado, é maravilhoso... assim só, sem sequer levar açúcar ou adoçante. Bebida matinal definida.
Passei então à etapa seguinte. O pão. A minha perdição. Tenho tentado a todo o custo, não querer ver, mas o glúten também não é, de todo, o meu melhor amigo. Dispensar a massa e o arroz, ainda que comendo ocasionalmente, é mais ou menos fácil. Mas não me tirem o pão. De manhã preciso de pão! ... Só que não!...
Na verdade, esta última semana, e depois de começar a seguir um grupo de alimentação "Paleo" comecei a cobiçar aqueles pequenos almoços. Percebi que existem alternativas muito boas, na verdade até melhores. Não consigo e não quero seguir aquele tipo de regime alimentar. Eu sou "boca santa" e do mundo, e gosto de ter uma alimentação variada, não andar demasiado presa a estilos ou regras fechadas. Isto posso... isto não posso... não é para mim. Mas não condeno quem o faça. Percebi de facto que se restringir a lactose, o glúten (que é como quem diz grande parte dos cereais e farinhas), e o açúcar, é o suficiente para me sentir substancialmente melhor, com mais energia, menos inchada, sem enfartamentos e azias, então porque não seguir esse caminho? Não digo que nunca mais como pão, farinha, arroz, massas e seus familiares, estaria a mentir, especialmente a mim mesma, mas vou seguramente reduzi-los consideravelmente.

O ponto de partida tem sido o "leite de amêndoa", a mandioca, a aveia, a alfarroba e os ovos, O mel, e quando tem que ser o açucar mascavado. Fruta, que dá uma frescura matinal (tendo em conta a abundância que temos no verão, era quase um crime deixá-la de parte), frutos secos, que diz que são bons para o coração e ajudam a saciar mais tempo. Canela e ervas aromatizadas para o toque especial...

Nesta fase inicial, não tenho estado muito preocupada com o peso "calórico" das misturas que faço. Tenho para mim que são de certeza mais saudáveis e menos "nocivas". Saciam mais, e tenho conseguido manter-me afastada do arroz, da massa e das batatas no almoço e jantar, ficando-me pela carne e peixe com saladas e/ou legumes. Já não é nada mau!

Este texto "Introdução à dieta Paleo" do blog "Sem Aditivos" tem uma forma de expor o assunto bastante interessante, descontraída e sem grandes fundamentalismos.
A explicação de porque é que começámos a alimentar-nos de cereais... é muito boa...
"...E agora a grande questão! Porque é que passámos a basear a nossa alimentação em cereais? Porque são baratos, aguentam muito tempo sem apodrecer comparativamente à carne, peixe e vegetais, fornecem energia mais rápido que a gordura e promovem uma ilusão de saciedade. Porquê ilusão? Porque na verdade é inchaço. Quando vemos imagens de pessoas subnutridas, alimentadas pela ajuda internacional, são normalmente extremamente magras mas com estômagos inchados. Isto acontece porque os dois alimentos mais doados e fáceis de armazenar são farinha e arroz. Acontece que são desprovidos de nutrientes (daí a magreza), mas enchem e dão a ilusão de saciedade (daí o estômago dilatado). Outro exemplo, se queremos engordar um animal (porco, vaca, galinha) damos-lhe gordura? Nope, cereais e farinhas. É por isso que hoje em dia cozinhamos um bife e ele perde metade do seu tamanho em água, é só inchaço para aumentar volume.
Uma das primeiras consequências de cortar com os hidratos (sim, significa cortar com TODOS, até a torradinha de pão integral ao pequeno-almoço) é desinchar, experimentem. ..."

Portanto, e como forma de comemorar estas minhas descobertas... vou deixar-vos a minha primeira receita, e nos posts seguintes, as restantes experiências...
|TAPIOCA|
Comecei com a tapioca. Não é mais que uma espécie de crepe, muito comum no Brasil, e que desde sempre me aguça a curiosidade.
Não é mais que um crepe feito exclusivamente com fécula de mandioca hidratada, que com o calor da frigideira se funde e une. 
No Brasil, do que percebo, vende-se esta farinha já hidratada, basta usar diretamente. Como alternativa, teremos que hidratar a fécula de mandioca, antes de a cozinhar. Descobri que "polvilho doce" umas embalagens que sempre se meteram comigo, mas que nunca comprei porque não sabia o que fazer com elas, não é mais que a dita fécula.
Pesquisei, e percebi que era tão fácil fazer a tapioca que não resisti.
Então é assim:

|TAPIOCA|
Ingredientes (para várias crepiocas):
| 125 g de polvilho doce
| 75 g de água
| Recheio a gosto (doce ou salgado) 

Método:
1. Colocar o polvilho numa taça, e ir deitando a água e mexendo com um garfo. Começa por ficar uma pasta dura tipo "cal", mas que no final esfarela, e transforma o polvilho que é um pó muito fininho, num granulado.
- Se a água for demasiada, é só juntar mais um pouco de polvilho até atingir esse ponto esfarelado.
- Se for para fazer apenas uma tapioca, basta juntar 3 colheres de sopa de polvilho, com 2 c.s de água mal cheias.
2. Com a ajuda de um passador de rede, peneirar o granulado, directamente para uma frigideira anti-aderente, de forma a ficar uma camada fina, mas que tape bem todo o fundo de uma forma uniforme.
3. Levar ao lume, e esperar cerca de 1 a 2 minutos até que se começa a notar os bordos a levantar. Nessa altura com uma espátula e cuidado, vira-se a tapioca.
4. Coloca-se o recheio que se pretende em metade, e vira-se por cima a outra parte. 
5. Serve-se de imediato.

Neste caso, para o recheio, barrei com um pouco de mousse de queijo de nozes (da président) e coloquei uma fatia fina de presunto magro, polvilhei no final com óregãos.

Acompanhei com um pêssego fatiado, e miolo de noz, e claro o meu galão de leite de amêndoa e café [sem açucar]. 

Tão rápido quanto fazer torradas, ou uma tosta mista... e tão melhor! Adorei.

Bom apetite, e bons... Pequenos Almoços!

Granola {Um snack delicioso}

Entrámos na época do calor, em que invariavelmente apetece comer uns snacks e uns lanchinhos mais leves e saborosos. A Granola é uma receita já muitíssimo badalada, e pode até ser encontrada à venda embalada, prontinha a consumir. É muito versátil, pois pode ser comida assim simples, com iogurte, batidos, fruta fresca...e por aí. Basicamente consiste na mistura de frutos secos com sementes que são torrados no forno. O torrar faz uma diferença brutal, acreditem. Ficam ainda mais estaladiços e o sabor intensificado. É bastante saudável, contém muitas fibras em minerais. Embora à partida um pouco calórica, quando usada em pouca quantidade de cada vez, ajuda a saciar a fome por mais tempo, evitando comer outras coisas piores :) ... Eu, como não podia deixar de ser tinha que fazer a minha versão. Tirei ideias daqui e dali, abri o armário, misturei o que tinha, et voi lá... em 15 minutinhos tinha um belo frasco cheio de granola, para ir usando durante vários dias.
Neste caso, serviu para acompanhar um iogurte de soja e baunilha, que tem assim um sabor a pudim, mas muito mais saudável... nem vos conto, fez uma sobremesa maravilhosa, que ainda por cima não deixa culpas nas dietas! 

Ora então fiz assim, tudo um bocadinho a olho, e é indiferente, o resultado é sempre bom :

Ingredientes (que usei)
- 1 chávena e meia Flocos de Aveia
- 1 chávena de Sementes de Girassol
- 1 chavéna de Miolo de Amêndoa (grosseiramente partida com a faca)
- 1 chávena de Miolo de Noz (grosseiramente partido com a faca, ou mesmo à mão)
- 1/2 chávena de Passas
- 1/2 chávena de sementes de sésamo
- 1 chávena de Muésli (Já é uma mistura de cereais e frutos secos, mas tinha em casa e juntei também)
- 1 mão cheia de lascas de coco desidratadas
-1 c.chá canela
- sumo de 1 laranja pequena
- 2 c. sopa de mel
- 2 c.s. Óleo de coco ou  margarina (derretido) 

Método:
1. Envolver tudo muito bem, até ficar bem uniforme. Fica uma mistura granulada, mas ligeiramente húmida.
2. Colocar no tabuleiro do forno, previamente forrado com vegetal, e espalhar bem.
3. Levar ao forno, baixo. 140/150º, e deixar dourar, mexendo sempre que se note a ganhar cor, de forma a que toda a misture fique soltinha, e toda mesma cor, sem queimar...
4. Tirar do forno, deixar arrefecer, e depois guardar num frasco hermeticamente fechado.

Bom apetite, e bons "Postiscos"!
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Obrigada!






Pizza {Sem Pecado}


Pizza é uma receita internacional, muito apreciada, que faz uma refeição rápida, ou até um petisco.
Na sua receita original não é um prato nada saudável, pois além do hidrato de carbono da base, massa tipo pão, ainda é composta normalmente por molhos, enchidos, e queijos com muita gordura.
É portanto um prato muito calórico.
Mas sabe tão bem, e porque não pensar numa forma de a aligeirar, tirando-lhe o peso do pecado, tornando-se até num prato bem leve e saudável.
Comecemos pela base. Couve-flor em vez de farinha. Parece estranho, eu sei. Mas a verdade é que no final não se nota. Juro! Não é igual, mas disfarça muitíssimo bem. Se não contarem, ninguém dirá que é de couve-flor.
Passando ao molho. Em vez ketchups, molhos de tomate de pacote, que tal fazer um molhinho de tomate caseiro, sem refugados?
Para finalizar, o que salta à vista: Queijo não pode faltar. Mas podemos usar magro. Só falta o resto... e é só dar largas à imaginação... desde legumes frescos, fiambre de aves, frango, atum em água, camarão...e por aí 

Temos assim, uma refeição bem mais leve, sem hidratos de carbono e sem glúten, e com pouca gordura.

Esta foi uma das receitas testadas no workshop "Balança vs Prato" e o feedback foi surpreendente.

Ora experimentem lá:
Ingredientes:
Base:
- 1 Couve-flor média
- 1 Ovo
- 50 g mozzarela magra ralada
- 2 c.s. parmesão ralado (queijo em pó)
- 1 c.s. ervas aromáticas (orégãos, mistura de ervas, etc)
1.   Ralar a couve-flor, usando por exemplo um robot de cozinha.
2.   Colocar num pirex e levar ao micro-ondas, tapado com pelicula aderente perfurada com um garfo, cerca de 5 min. (até estar cozida)
3.   Retirar e espremer bem, para tirar a água que se acumula da cozedura
4.   Juntar os queijos, as ervas e ovo. Envolver bem.
5.   Num tabuleiro de forno, colocar uma folha de papel vegetal e untar com azeite.
6.   Deitar a massa espalhar em forma circular.
7.   Levar a forno pré-aquecido a 180º até cozer e ganhar cor (cerca 10 min).
Molho de tomate:
1.   Limpar de peles e grainhas 4 tomates maduros e picar.
2.   Descascar e fatiar finamente 1 cebola pequena e picar 2 dentes de alho.
3.   Colocar num tacho a cebola, o alho, 1 folha de louro e um fio de azeite. Assim que aquecer (sem refugar) juntar o tomate e 2 ou 3 tiras de pimento (verde e/ou vermelho). Deixar cozinhar em lume brando.
4.   Temperar com sal, retirar o louro e triturar tudo até estar um molho cremoso.
5.   Se estiver muito ácido, pode juntar-se um pouco de açúcar e deixar ferver.
Pizza:
1.   Na base já cozida, espalhar o molho de tomate, e queijo mozzarela magro.
2.  Juntar os restantes ingredientes a gosto (tomate fresco, frango cozido, fiambre de aves, presunto magro, atum, marisco, cogumelos, cebola, pimento fresco, azeitonas, bróculos pré- fervidos, orégãos, etc)
3.   Levar ao forno bem quente, até derreter o queijo, cerca de 5 min.
  
Servir! e Bom apetite... "Postiscos" saudáveis
  
Dicas:
A base da Pizza pode ser preparada, e cozinhada, depois congelar-se. Fica prontinha para uma próxima refeição. É só deixar descongelar (até pode ser diretamente no forno quente, uns minutinhos. Depois colocar o molho e os ingredientes e seguir a receita.
Pizza saudável em 5 minutos.
O molho de tomate pode ser feito em quantidade maior, e congelar em doses prontas a usar. Poderá servir para outros pratos como por exemplo almôndegas. É bem mais saudável que qualquer um de compra.

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Espiral de Courgette {com Frutos do Mar}

O frio continua a apertar. E a nossa mesa ainda pede refeições de conforto. Indo de encontro ao tema da balança vs prato, trago mais um prato saudável,  em que as calorias são reduzidas, sem comprometer o sabor. Aliás, quanto a mim, com um resultado bem melhor.
No que a esta matéria diz respeito, o lema continua a ser: Desafiar a criatividade e imaginação e tentar criar pratos mais saudáveis, com ingredientes do dia-a-dia. Recuso-me a cozinhar comida desenxabida, feia e sem graça. Isso é ponto assente.
Substitui-se a massa por courgette, as natas por creme de soja, as ervas reduzem o sal, o queijo é magro e não há refugados. O que é que se pode pedir mais?
Cá em casa foi um sucesso, e é mais prato que dá para fazer sobrar para a marmita do dia seguinte. Sem dúvida a repetir!

Ingredientes:
- 2 courgettes médias
- 1 embalagem de mistura de marisco congelado
- 100 g miolo de camarão médio/grande
- 3 ou 4 palitos de delicias do mar
- 1 lata de cogumelos
- 1 embalagem de creme de soja
- 1 cebola pequena
- 3 dentes de alho
- 2 c.s. polpa de tomate
- vinho branco q.b.
- 1 bola de mozzarella fresca magra
- Mistura de alho e ervas aromáticas
- salsa q.b
- paprika q.b.
- sal q.b
- azeite q.b
- 1 folha de louro
- pão ralado, queijo em pó e orégãos, para polvilhar 

Método:
Tradicional
1. Cortam-se os topos às courgettes e lavam-se bem. Com um espiralizador, corta-se a courgette em esparguete. Também se pode usar um ralador largo, ralando-a longitudinalmente, de forma a ficarem fios finos e compridos.
2. Num wok ou numa frigideira bem larga e já quente salteia-se a courgette com  um fio de azeite e mistura de ervas aromáticas ate ficar 'al dente'. Não deve cozinhar demais, pois ainda vai ao forno a seguir.
Vai criar algum caldo, que se vai escorrendo, para uma taça, reservando-se.
Reserva-se  no pirex de levar ao forno.
3. Pica-se finamente a cebola e os dentes de alho. Deitam-se na mesma frigideira, com um fio de azeite, a folha de louro, a salsa picadinha e um pouco do caldo reservado (quantidade apenas para não refugar). Deixa-se cozinhar.
4. Junta-se a polpa de tomate, um pouquinho de vinho branco e os cogumelos bem escorridos, mexe-se e fica em lume alto, uns minutos.
5. Junta-se o marisco descongelado e escorrido (à exceção das delicias do mar). Tempera-se com a paprika, as ervas e um pouco de sal.Cozinha mais uns minutos.
6. Junta-se o creme de soja e deixa-se ferver e apurar um pouco. Retificam-se os temperos.
7. Deita-se sobre a espiral. Dispõem-se as delicias e a mozzarella cortadas em pedacinhos.
8. Polvilha-se com pão ralado e um pouco de queijo em pó e óregãos.
9. Vai ao forno, pré-aquecido a 180°C a gratinar.

Com bimby:
1. Seguir os passos 1 e 2 do método tradiconal, para a curgette.
2. Deitar no copo a cebola e os dentes de alho, a salsa e 15g de azeite. Picar 4 seg. | vel 5. 
3. Junta-se a folha de louro, e refogar. 4 min | 120º (varoma, para a TM31) | vel 1.
4. Junta-se a polpa de tomate, um pouquinho de vinho branco e os cogumelos bem escorridos. Cozinha mais  2 min | 120º (varoma, para a TM31) | vel 1.
5. Junta-se o marisco descongelado e escorrido (à exceção das delicias do mar). Tempera-se com a paprika, as ervas e um pouco de sal. 5 min | 120º (varoma, para a TM31) | vel 1 inversa.
6. Junta-se o creme de soja e apura mais 2 min.
7. Deita-se sobre a espiral. Dispõem-se as delicias e a mozzarella cortadas em pedacinhos.
8. Polvilha-se com pão ralado e um pouco de queijo em pó e óregãos.

9. Vai ao forno, pré-aquecido a 180°C a gratinar.

Bom apetite E bons "postiscos"!

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Bolo de Chocolate {com Beterraba e Farinha de Amêndoa} e Gelado de Banana com Frutos Vermelhos

E para primeira receita do Workshop "Balança vs Prato" vou começar pelo fim!!!

A sobremesa, que foi um surpreendente bolo de chocolate, denso, húmido, intenso.... mesmo à medida de um verdadeiro "chocaólico", mas com a vantagem de ser pouco calórico e super saudável!!! leva beterraba e farinha de amêndoa...Estranho, ou não é realmente maravilhoso!
E o que é que podemos pedir mais?
Diriam: nada, certo?? Mas ainda podemos...
E que tal se juntarmos à nossa fatia de bolo morninha, uma bola de um gelado super saudável, também???
Ah pois é... trata-se do famoso gelado de 1 só ingrediente de base: B-A-N-A-N-A!!!
Ou seja, podemos fazer um geladinho, apenas e só com banana congelada. É tão simples quanto ter no congelador sempre 2 ou 3 bananas, colocá-las num robot de cozinha (eu uso a bimby) e triturar ... e Tchanam... temos gelado!!!
Depois as variações são imensas, é só juntar ingredientes e aromas a gosto.... frutos vermelhos, chocolate, baunilha, hortelã, mel...etc...
Deliciem-se!
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Obrigada!